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Não aguenta mais sua enxaqueca?

  • Foto do escritor: Rafael Oliveira
    Rafael Oliveira
  • 5 de nov. de 2017
  • 1 min de leitura


Enxaqueca e toxina botulínica

A enxaqueca é um dos tipos mais comuns de cefaléia e apesar dos múltiplos fármacos empregados para dominar sua cronicidade, muitas vezes, torna-se algo de extrema aflição para seus portadores. Procurando novas soluções para essa incômoda situação, especialistas passaram a infiltrar certos pontos do pericrânio com toxina botulínica tipo A. Os resultados foram surpreendentes. O BOTOX Migraine Clinical Research Group efetivou um delineamento randomizado onde verificou que o uso da neurotoxina se mostrou uma terapia segura em indivíduos com enxaqueca, além de reduzir a frequência e a severidade das crises. Ademais, diminuiu o uso de medicamentos e os episódios de vômito (1). Em outras palavras, foi um bem-sucedido auxiliar no manejo dessa mazela. Os estudos PREEMPT 1 e PREEMPT 2 concluíram que a prescrição de toxina botulínica para migrânea crônica é conduta satisfatória, sendo possível, com sucesso, reaplicações quando necessário (2, 3). O mais surpreendente é que um ensaio clinico randomizado apontou que o uso de topiramato, um fármaco consagrado no tratamento profilático de enxaquecas, possui resultados semelhantes à aplicação da neurotoxina tipo A (4).

Desse modo, é fato peremptório que a toxina botulínica é uma eficaz ferramenta auxiliar no manejo dessa desagradável dor de cabeça. Procure seu médico e discuta a possibilidade de efetivar esse tratamento.


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Dr Rafael Oliveira
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